Além das escancaradas deficiências técnicas, aliadas aos erros individuais (de Victor, por exemplo) e o equívoco de Luxemburgo (que jogou para a torcida e imprensa escalando Kleber e Miralles), o Grêmio mantém outra sina: NÃO TEM ESTRELA.

Evocando o infindável discurso da "imortalidade", o gremista sustenta inútil esperança de virada em Barueri. "Imortalidade" essa que já fora chamada em vão outras ocasiões, como em 2007 contra o Boca (depois de levar 3 a 0 no 1º jogo), em 2008 (quando dependia de uma derrota do São Paulo na última rodada do Brasileiro), em 2009 (após derrota de 2 a 0 na primeira partida contra o Cruzeiro pelas semi-finais da Libertadores), entre outras trocentas vezes de menor importância.
Essa eternidade sem títulos parece tornar cada vez mais ímpar a idéia de conquistar algum. O costume em ganhar nada, somado a um caminhão de vices ou "quases" deixa o torcedor tricolor vivendo um mundo paralelo, de ilusão e até conformismo.
E isso, definitivamente, não é bom.
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