Os três últimos resultados de Renato Portaluppi pelo Grêmio contrariam toda e qualquer lógica futebolística existente.
Não há quem discuta que um time com três zagueiros e três volantes não seja ultra-defensivo.
Também não existe argumento para provar que um time munido de três marcadores e dois laterais em seu meio campo tenha capacidade de criação.
E nem o melhor vidente teria a visão que o Grêmio, sem Elano e Zé Roberto, melhoraria.
Então, gremistas, caminhamos contra a lógica. Pelo menos está caminhada, por enquanto, nos leva ladeira acima. Rezemos para que continue assim.
ANO VI

terça-feira, 20 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Enfim, sorte!
É fato que o jogador mais importante do Grêmio nesses dois triunfos que o conduziram ao G-4 foi a sorte.
A bola na trave, a incompetência do ataque mineiro e a expulsão inconsequente do Souza cruzeirense provaram que o azar vestia azul escuro.
Ontem, diante do líder Cruzeiro, teve a sorte e a competência do goleiro Dida, como aliados fundamentais. Dida que, por sinal, é o melhor jogador gremista na temporada 2013.

Mas o 3 a 1 não traduz novamente a realidade. Enquanto completo, o Cruzeiro ameaçou mais. Apesar dos gols, Kleber e Barcos ainda são insuficientes. Os volantes não foram bem: com o pequeno Ramiro em campo a primeira bola fica comprometida e a segunda é quase sempre do adversário. Além disso, cobriram mal as laterais quando o Grêmio já tinha superioridade numérica.
Enfim, Renato precisa compreender que a sorte nem sempre será uma companheira. O 3-5-2 quebra o galho, mas não deve ser supervalorizado. Se o G-4 faz parte do presente, é preciso melhorar bastante para que nos acompanhe no futuro.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Vitória surreal
Uma das definições que a palavra surreal recebe, dentre outras, sugere uma situação fora do comum, fora da realidade, exótica. Pois a vitória do Grêmio diante do Bahia foi tudo isso e mais um pouco.
O Grêmio foi mal como um todo; e foi mal nos dois tempos. Muito ao contrário do que a imprensa disse e o comediante técnico Renato confirmou.
O primeiro tempo foi ridículo, semelhante ao jogo diante do Coritiba. Três zagueiros e três volantes é pra qualquer Celso Roth sentir inveja. Além disso, algumas convicções de Renato são estranhas. Ramiro, Adriano, Moisés e mais alguns não têm qualquer condição de vestir a camisa tricolor. Já Barcos, é o esboço do que um dia foi não merece mais sequer ser titular.
Mais foi no segundo tempo que a obra-prima azul aconteceu. O Bahia, até então melhor em campo, sofreu um gol kamikaze do incansável Riveros e logo após teve o zagueiro Titi expulso. Depois dessas duas tragédias, ainda foi desafortunado com outro gol espírita, desta vez de Maxi Rodriguez.
O preocupante são as entrevistas pós-jogo. É inacreditável que o Grêmio se iluda com resultado tão surreal, tão despretensioso. A vitória só tem valor anímico e motivacional. Taticamente e tecnicamente, o Grêmio deu um passo atrás.
O Grêmio foi mal como um todo; e foi mal nos dois tempos. Muito ao contrário do que a imprensa disse e o comediante técnico Renato confirmou.
O primeiro tempo foi ridículo, semelhante ao jogo diante do Coritiba. Três zagueiros e três volantes é pra qualquer Celso Roth sentir inveja. Além disso, algumas convicções de Renato são estranhas. Ramiro, Adriano, Moisés e mais alguns não têm qualquer condição de vestir a camisa tricolor. Já Barcos, é o esboço do que um dia foi não merece mais sequer ser titular.
Mais foi no segundo tempo que a obra-prima azul aconteceu. O Bahia, até então melhor em campo, sofreu um gol kamikaze do incansável Riveros e logo após teve o zagueiro Titi expulso. Depois dessas duas tragédias, ainda foi desafortunado com outro gol espírita, desta vez de Maxi Rodriguez.
O preocupante são as entrevistas pós-jogo. É inacreditável que o Grêmio se iluda com resultado tão surreal, tão despretensioso. A vitória só tem valor anímico e motivacional. Taticamente e tecnicamente, o Grêmio deu um passo atrás.
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