Como em 2009, quando atuou de forma completamente irregular, afastando-se decisivamente da Libertadores, o Grêmio mantém-se agora num perde-e-ganha descomunal. Conclusivamente não engrena.
É tão inconsistente que até os dois últimos jogos se desenharam de maneira ímpar: derrota em casa para o mediano Botafogo e vitória em Florianópolis diante do semi-rebaixado Avaí.
Pelo menos o rebaixamento ficou mais longe!
Caso Mário Fernandes
Difícil entender a decisão de Mário, que desdenhou sua seleção. Ruim para o Grêmio e para o próprio, já que o jogador desvalorizou-se bastante.
Bom pra torcida, que tem seu novo anti-herói, e que parecer querer (ou ter que) ficar no Grêmio um tempo maior!
Reproduzo abaixo um texto interessante de Hiltor Monbach:
"Conhecem o Mário, este Mário
Mário Fernandes disse não à Seleção, escandalizando a pátria em
chuteiras. Há um Brasil que se verga deleitado à Seleção. Mário
Fernandes parece não padecer de selecionite. Cometendo uma verdade
exagerada diria que o imberbe lateral surge como o anti-Brasil, a
negação de um Brasil que transformou a camisa canarinho em palco de
negócios e negociatas, de conluios e relações por interésses
financeiros.
Não sei o que motivou Mário Fernandes a promover tal manifestação,
rotulada pelos que julgam tudo e todos de lesa-patriotismo. Sei que,
passada a minha estupefação, fui tomado pela admiração. Poucas vezes um
não tão sem cerimônia rompeu tanto os grilhões que unem CBF, clubes,
empresários, patrocinadores, agentes, televisão e, algumas vezes,
treinadores. De forma desintencional o garoto deu um soco no comércio
escuso que há por trás destas convocações esdrúxulas para amistosos
caça-níquel.
O episódio esconde um Brasil injurioso. Despeja-se sobre o lateral todo
tipo de pecha, retirando-se o direito de ele seguir seu caminho como bem
lhe der na telha. Exige-se um comportamento social padrão, como se isto
existisse, de um garoto oriundo de uma família de recursos moderados
que foi alçado de repente, não mais que de repente, a um outro Brasil, o
das celebridades, dos privilegiadíssimos nababos.
Afirmar que eu entendo a atitude Mário Fernandes seria cometer uma
mentira. A verdade é que respeito. Sobre a insinuação de Mano de que não
o relacionará mais diria, curto e grosso, que nem ele, Mano, sabe se
estará na próxima lista da CBF.”
http://www.correiodopovo.com.br/blogs/hiltormombach/?p=8951
ANO VI

quarta-feira, 28 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A ressurreição
Bem atrasado em relação ao último post, escrevo agora mais aliviado.
Passaram-se 5 rodadas desde minha última postagem. Devido à viagens com a escola e ao fim do trimestre letivo, não pude me manter ativo na atualização deste espaço.
Mas, enfim, minha ausência parece ter trazido sorte ao Grêmio e luz a Celso Roth. Por incrível que pareça, Roth deu cara de time à embolada e desengonçada equipe do Grêmio.
O primeiro passo
O início da reviravolta foi o Grenal. Com muita superioridade, o tricolor venceu. Iniciou-se a aplicação do 4-2-3-1.
Jogou como nunca; perdeu como sempre. Será?
Prejudicado pela arbitragem, o Grêmio perdeu para o líder Corinthians, em São Paulo. Entretanto, jogou bem e, em certos momentos, comandou a partida.
Boas novas!
Os 4 a 0 no Atlético-PR deram novas perspectivas à sofrida torcida. Com muito bom futebol, o Grêmio fez sua melhor partida da temporada.
A consolidação do 4-2-3-1
Com um primeiro tempo arrasador, em que merecia ter feito de seis a oito gols, o tricolor não tomou conhecimento do Bahia, em Salvador. Foi a consolidação do novo esquema e as afirmações definitivas de Escudero e Marquinhos no meio campo, e Julio César na lateral esquerda.
A prova de fogo
Contra mais um postulante a título, o Grêmio voltou a vencer. Desta vez o São Paulo. Se não foi brilhante como em rodadas anteriores, foi ao menos competente diante de um adversário bastante forte.
Passaram-se 5 rodadas desde minha última postagem. Devido à viagens com a escola e ao fim do trimestre letivo, não pude me manter ativo na atualização deste espaço.
Mas, enfim, minha ausência parece ter trazido sorte ao Grêmio e luz a Celso Roth. Por incrível que pareça, Roth deu cara de time à embolada e desengonçada equipe do Grêmio.
O primeiro passo
O início da reviravolta foi o Grenal. Com muita superioridade, o tricolor venceu. Iniciou-se a aplicação do 4-2-3-1.
Jogou como nunca; perdeu como sempre. Será?
Prejudicado pela arbitragem, o Grêmio perdeu para o líder Corinthians, em São Paulo. Entretanto, jogou bem e, em certos momentos, comandou a partida.
Boas novas!
Os 4 a 0 no Atlético-PR deram novas perspectivas à sofrida torcida. Com muito bom futebol, o Grêmio fez sua melhor partida da temporada.
A consolidação do 4-2-3-1
Com um primeiro tempo arrasador, em que merecia ter feito de seis a oito gols, o tricolor não tomou conhecimento do Bahia, em Salvador. Foi a consolidação do novo esquema e as afirmações definitivas de Escudero e Marquinhos no meio campo, e Julio César na lateral esquerda.
A prova de fogo
Contra mais um postulante a título, o Grêmio voltou a vencer. Desta vez o São Paulo. Se não foi brilhante como em rodadas anteriores, foi ao menos competente diante de um adversário bastante forte.
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