ANO VI

ANO VI

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Grêmio é garfado no Rio de Janeiro

O que aconteceu ontem no Engenhão foi emblemático. Não pelo resultado histórico (5 a 4) ou pela emoção do início ao fim, com constante alternância de placares. O que aconteceu ontem foi uma sucessão de erros não vista desde 2005, quando, para deleite tricolor, o Inter foi roubado no Pacaembu.
O Grêmio foi esfaqueado porque os erros capitais, em TODOS os casos, desfavoreceram-no. Ao contrário de Inter X Bahia, onde os equívocos aconteceram de forma absurda para os dois lados.
Relembre as cagadas lambanças:
  1. 2º gol do Flumeinense: Fred impedido (conforme câmera do Sportv)
  2. Pênalti não marcado para o Grêmio em toque de mão dentro da área fluminense.
  3. Pênalti absurdo mardado. Além da dúvida da infração que não existiu, há questionamentos em relação à posição (dentro ou fora da área), além da possibilidade do atacante do Flu ter feito a falta em Adílson.
  4. Dúvida em relação à falta em Brandão da jogada do 5º gol do Fluminense.
Enquanto isso, na Azenha...
Depois de Kleber, fala-se em Vagner Love. O Grêmio definitivamente quer alavancar o comércio noturno em Porto Alegre!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sem sal

Assistir a Grêmio e Palmeiras, no último domingo, foi um teste de paciência. Que jogo sem sal! Emoções quase nulas. Jogadores aparentemente sem motivação alguma. Uma completa falta de respeito por quem para ingresso ou mensalidade e foi ao estádio.
Além da falta de ânimo, o tricolor se apresentou como sempre nesta temporada: de maneira irregular. A saída de Escudeiro, no início de jogo, serviu para limitar ainda mais a já pouca criatividade da equipe.
Miralles, a única atração do jogo, pouco mostrou. E uma das raras coisas boas que se viu foi o belo chute de Fernando, que empatou o jogo contra o frágil time de Felipão no último minuto.
Sem ambições no campeonato, a principal meta gremista neste fim de ano segue sendo o atacante Kleber, que continua pensando se aceitará os R$ 500.000,00 que o Grêmio ofereceu. É mole?

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O pistoleiro

Lembram da gíria popular que se refere à mulher que dá o "bote" em vários homens na tentativa de seduzir no mínimo um deles, como o obetivo único e exclusivo de atingir seus obetivos sociais e materiais?
Assim era a mulher "pistoleira".
As atitudes de Kleber associam-se às da "pistoleira". Disse que gostaria muito de jogar no Grêmio. Veio, viu e ouviu a proposta. Não satisfeito, voltou a São Paulo. Lá, teria revelado vontade de atuar pelo Corinthians.
É realmente um coração com muitos donos.
E esse é realmente o histório de Kléber. Juras de amor ao São Paulo, ao Cruzeiro e muitas, mas muitas mais ao Palmeiras, fazem parte de seu passado. Passado bem lembrado pelo maluco Rica Perrone, no site do globoesporte.
Para ilustrar: o amor é tão grande pelo Palmeiras que hoje Kleber pensa em trocá-lo pelo Corinthians.

Tempo perdido
Quero estar errado, mas essa novela por jogador mediano não vale a pena. É mais uma exposição da instituição Grêmio. Tem muitas chances de dar errado, tanto agora quando da negociação, como depois, caso seja contratado.
Pra completar há rumores de tratativas com Vagner Love. Com Diego Tardelli dando mole e Rafael Moura eterno reserva no Flu que poderia ser tentado...o Grêmio quer Kleber e Vagner Love...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Contratação perigo

As notícias dão conta da contratação do atacante Kleber pelo Grêmio. Bom jogador. Entretanto, soma-se a outras contratações de risco que acumulam-se no recente histórico gremista. O sucesso de Roger se contrapôs ao fracasso de Carlos Alberto. E Kleber, como todos sabemos, está longe de ser exemplo dentro do vestiário.
O melhor remédio é esperar.
Elevar o apenas "bom" Kleber a status de superstar é de uma fantasia continental. Chamá-lo de perna-de-pau, também. Entrar em rota de colisão em discussões, pessoais ou virtuais, também é um completo exagero. O ex-palmeirense é um reforço do tamanho de Gilberto Silva ou Miralles. Apenas isso. E nada mais.
O fato da direção pretender realizar ações de marketing estratosféricas sobre o jogador apenas alimentará uma falsa expectativa sobre o mesmo.
Um bom negócio
Apesar das dúvidas, uma coisa é certa: foi um bom negócio. O Grêmio pagará em torno de 2 milhões de euros pela metade de Kleber. Considerando que Miralles custou quase 3 milhões de dólares, não foi nada mal.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Errar é humano. Persistir no erro é com Roth!

Desmotivado e pouco inspirado. Como eu que ocasionalmente sinto-me incentivado a postar algo no blog está o Grêmio. Cansado, triste e apático são alguns novos adjetivos que somam-se àqueles já observados nesta interminável temporada. Como a incompetência, só pra citar um.
Incompetência que ficou evidente contra um time que passou 90% do campeonato na zona de rebaixamento: o Atlético Mineiro. O tricolor perdia a partida quando ficou com jogador a mais. Não satisfeito com a situação de não marcar um gol com superioridade numérica, o Grêmio conseguiu a façanha de tomar outro. Inadmissível.
Assim como contra outro mineiro, o América, o Grêmiol levou gol com um jogador a mais. Duas semanas depois, Roth e seus comandados desperdiçam mais uma chance de pontuar da mesma maneira. Difícil engolir.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Um Grêmio imprevisível. Assim como Mário!

Como em 2009, quando atuou de forma completamente irregular, afastando-se decisivamente da Libertadores, o Grêmio mantém-se agora num perde-e-ganha descomunal. Conclusivamente não engrena.
É tão inconsistente que até os dois últimos jogos se desenharam de maneira ímpar: derrota em casa para o mediano Botafogo e vitória em Florianópolis diante do semi-rebaixado Avaí.
Pelo menos o rebaixamento ficou mais longe!

Caso Mário Fernandes
Difícil entender a decisão de Mário, que desdenhou sua seleção. Ruim para o Grêmio e para o próprio, já que o jogador desvalorizou-se bastante.
Bom pra torcida, que tem seu novo anti-herói, e que parecer querer (ou ter que) ficar no Grêmio um tempo maior!
Reproduzo abaixo um texto interessante de Hiltor Monbach:
"Conhecem o Mário, este Mário
Mário Fernandes disse não à Seleção, escandalizando a pátria em chuteiras. Há um Brasil que se verga deleitado à Seleção. Mário Fernandes parece não padecer de selecionite. Cometendo uma verdade exagerada diria que o imberbe lateral surge como o anti-Brasil, a negação de um Brasil que transformou a camisa canarinho em palco de negócios e negociatas, de conluios e relações por interésses financeiros.
Não sei o que motivou Mário Fernandes a promover tal manifestação, rotulada pelos que julgam tudo e todos de lesa-patriotismo. Sei que, passada a minha estupefação, fui tomado pela admiração. Poucas vezes um não tão sem cerimônia rompeu tanto os grilhões que unem CBF, clubes, empresários, patrocinadores, agentes, televisão e, algumas vezes, treinadores. De forma desintencional o garoto deu um soco no comércio escuso que há por trás destas convocações esdrúxulas para amistosos caça-níquel.
O episódio esconde um Brasil injurioso. Despeja-se sobre o lateral todo tipo de pecha, retirando-se o direito de ele seguir seu caminho como bem lhe der na telha. Exige-se um comportamento social padrão, como se isto existisse, de um garoto oriundo de uma família de recursos moderados que foi alçado de repente, não mais que de repente, a um outro Brasil, o das celebridades, dos privilegiadíssimos nababos.
Afirmar que eu entendo a atitude Mário Fernandes seria cometer uma mentira. A verdade é que respeito. Sobre a insinuação de Mano de que não o relacionará mais diria, curto e grosso, que nem ele, Mano, sabe se estará na próxima lista da CBF.”

http://www.correiodopovo.com.br/blogs/hiltormombach/?p=8951 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A ressurreição

Bem atrasado em relação ao último post, escrevo agora mais aliviado.
Passaram-se 5 rodadas desde minha última postagem. Devido à viagens com a escola e ao fim do trimestre letivo, não pude me manter ativo na atualização deste espaço.
Mas, enfim, minha ausência parece ter trazido sorte ao Grêmio e luz a Celso Roth. Por incrível que pareça, Roth deu cara de time à embolada e desengonçada equipe do Grêmio.

O primeiro passo
O início da reviravolta foi o Grenal. Com muita superioridade, o tricolor venceu. Iniciou-se a aplicação do 4-2-3-1.

Jogou como nunca; perdeu como sempre. Será?
Prejudicado pela arbitragem, o Grêmio perdeu para o líder Corinthians, em São Paulo. Entretanto, jogou bem e, em certos momentos, comandou a partida.

Boas novas!
Os 4 a 0 no Atlético-PR deram novas perspectivas à sofrida torcida. Com muito bom futebol, o Grêmio fez sua melhor partida da temporada.

A consolidação do 4-2-3-1
Com um primeiro tempo arrasador, em que merecia ter feito de seis a oito gols, o tricolor não tomou conhecimento do Bahia, em Salvador.  Foi a consolidação do novo esquema e as afirmações definitivas de Escudero e Marquinhos no meio campo, e Julio César na lateral esquerda.

A prova de fogo
Contra mais um postulante a título, o Grêmio voltou a vencer. Desta vez o São Paulo. Se não foi brilhante como em rodadas anteriores, foi ao menos competente diante de um adversário bastante forte.
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