ANO VI

ANO VI

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Renato sabota o Grêmio

Quanto mais arrasta-se o tempo, mais chego à conclusão que o treinador Renato é um aventureiro, um curioso, um ex-jogador que caiu de pára quedas na vida de treinador.

Hoje, até eu me vejo um treinador superior a Renato.

Você, desafortunado que lê este ignorante post, deve ser melhor treinador que Renato.

Porque esta derrota (1 a 0 diante do Atlético) que põe em situação delicadíssima na Copa do Brasil, tem 90% de culpa do treinador carioca gaúcho.

Um treinador que escala Lucas Coelho, Mamute e depois Paulinho em detrimento a Elano, Zé Roberto e Maxi, não pode estar em completa condições de sanidade.

Um técnico que não treina segunda-feira e faz um futevôlei e rachão recreativo 24 horas antes de jogo decisivo, no mínimo, é um vagabundo, um descompromissado e irresponsável.

Time mal escalado e mal mexido. Seria Renato um colorado?

Prefiro acreditar que Renato é um completo desprovido de inteligência. Em compensação, sua arrogância e prepotência atingem dimensões estratosféricas.

Enfim gremistas, mantemo-nos reféns do destino e da sorte. Com um treinador desses, só com sorte mesmo...

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O teste de Renato

Fiasco em Curitiba: 3 a 0 pro Coxa diante de um desmotivado e apagado Grêmio.

Então, o que esperar do Grêmio nesta quarta, pela semifinal da Copa do Brasil? Confesso que não sei.

Apesar da boa campanha no Brasileirão, o Grêmio ainda é um time imprevisível. Talvez esses anos de decepções acumuladas tornaram-me um eterno desconfiado, amargo e até certo ponto incrédulo diante da iminência de uma conquista. Há tanto tempo no ostracismo, é tipo "bom demais pra ser verdade" que o Grêmio volte a conquistar um título digno de sua grandeza.

E o sucesso nesta fase da Copa do Brasil passa pelas mãos (ou ideias) de um homem: o técnico Renato. Sua estratégia diante da ausência dos três principais atacantes contra o Atlético será decisiva para o futuro tricolor. Penso que Renato deveria escalar Zé Roberto ao lado de um dos garotos. Talvez até Elano. Acho que um jogador com mais experiência traria mais preocupação à zaga paranaense, além de recompor melhor o meio campo, já que o objetivo principal é não sofrer gols.

Mas eu, que nunca fui fã de Renato, acredito que não fará isso. Porém também sei que quando se trata dele, tudo pode acontecer.

Torcemos, gremistas. Mesmo todos desconfiados, é chegada a hora do marasmo ter fim!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Grêmio avança, apesar de Renato

E o Grêmio vai às semifinais da Copa do Brasil.

Depois de dois jogos sem gols, Dida fez chover (mais ainda!) na decisão por pênaltis, e o tricolor deixou pra trás o campeão do mundo Corinthians.

Mas eu esperava mais do Corinthians. Não só na Copa do Brasil, mas no Brasileiro também.

Ontem, o time paulista pedia pra perder pro Grêmio. E só não o fez pela incompetência do ataque gremista e pela indiferença do técnico Renato, que parecia gostar do empate.

Apesar na boa atuação, Vargas errou dois gols imperdíveis em decisões. Kleber, como sempre, brigou e movimentou-se bastante, mas gol que é bom nada. Já Barcos foi o Barcos de sempre, praticamente nulo.

E Renato parece limitado e acomodado à algumas situações. Tem um banco de reserva invejável mas pouco o utiliza. Ontem, esforçou-se para complicar o jogo. Quando Tite retirou Guilherme para a entrada de Emerson Sheik, Renato perdeu a oportunidade de colocar mais um meia para ganhar o setor e, consequentemente, pressionar o Corinthians. Ao invés disso, manteve o moribundo Barcos e o cansado Ramiro em campo.

Levou, sem necessidade, a decisão aos pênaltis, onde teve a pele salva pelo ótimo Dida, depois dos desperdícios de Barcos (de novo ele!) e Telles.

Apesar das convicções e de suas limitações, Renato ao menos demostra sorte. E depois de vencer o Corinthians, não vejo time mais forte que o Grêmio até o tulo da Copa do Brasil.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A sala de vagas

Uma coisa boa - além do belo gol de Maxi - no 1 X 2 diante do rebaixado Criciúma ontem foi, acredite, as vaias ao final da partida.

O geraldino vai irritar-se:

-Ora! Onde se viu vaiar o time que é segundo colocado!

Deve-se vaiar. Obriga-se o verdadeiro gremista a protestar. É imperioso não aceitar tamanho vácuo sem título e contentar-se com uma miserável vaga que, direta ou indiretamente, virá para a Libertadores do ano que vem.

O Grêmio parece não querer aumentar sua sala de troféus.

Há anos substituiu-a por um salão de VAGAS.

E o pior é que sua torcida comprou esse paupérrimo pensamento: o campeonato brasileiro é por uma desgraçada, minúscula e insignificante VAGA.

Vale lembrar que perder faz parte de qualquer campanha.

Mas perder pro Criciúma é lastimável, quase vergonhoso.

E decepou de vez as já pequenas chances de título brasileiro em 2013, já que a Copa do Brasil ainda é um sonho distante.

Mas não esqueça, amigo gremista, ainda seguimos firmes e fortes no objetivo que a direção, o técnico Renato e a Geral estabeleceram para o ano: a VAGA para a Copa Libertadores...


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O homem que o tempo não mudou

As cinco vitórias seguidas do Grêmio no Brasileirão nos levaram-nos a acreditar num Grêmio capaz de romper a lógica e conquistar um título há tempos inalcançável.

Isso ainda é possível.

O que infelizmente não é mais possível é que o treinador Renato mude. Isso sim, jamais acontecerá.

Acreditava eu que esse Renato era diferente de outrora. Um Renato mais acuado nas entrevistas, um pouco humilde e com um pouco mais de conhecimento técnico.

Eu me equivoquei.

A entrevista pós-jogo na vitória contra a Ponte Preta relembrou um Renato descabivelmente arrogante e prepotente, abusando da inteligência do torcedor em sua análise quase fantasiosa do que foi a partida e pronunciando para si méritos superlativos.

Na derrota contra o limitado Goiás, na última terça, Renato também se redescobriu como um treinador de capacidades técnicas escassas. Optou por insistir em três volantes, numa clara forma de provar que não encontrou esse padrão de jogo por acaso.

Ora, desde o mais infantil ao mais demente torcedor do Grêmio sabe que o 3-5-2 com 3 volantes fora obra das circunstâncias, do destino, do acaso. Ou alguém acha que Renato tiraria Zé Roberto e Elano do time?

E o pior: durante a partida, posicionou-se novamente acima do bem e do mal ao fazer gestos para a torcida gremista "baixar a bola" quando esta pedia a entrada de Zé Roberto.

Pois fica a prova que o tempo não mudou Renato. O tempo que tudo cura, não o curou da falta de humildade e nem parece ter lhe trazido alguma sabedoria.

Tomara que, apesar de Renato, o Grêmio tenha algum sucesso no ano.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Contra a lógica

Os três últimos resultados de Renato Portaluppi pelo Grêmio contrariam toda e qualquer lógica futebolística existente.

Não há quem discuta que um time com três zagueiros e três volantes não seja ultra-defensivo.

Também não existe argumento para provar que um time munido de três marcadores e dois laterais em seu meio campo tenha capacidade de criação.

E nem o melhor vidente teria a visão que o Grêmio, sem Elano e Zé Roberto, melhoraria.

Então, gremistas, caminhamos contra a lógica. Pelo menos está caminhada, por enquanto, nos leva ladeira acima. Rezemos para que continue assim.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Enfim, sorte!

É fato que o jogador mais importante do Grêmio nesses dois triunfos que o conduziram ao G-4 foi a sorte.

Ontem, diante do líder Cruzeiro, teve a sorte e a competência do goleiro Dida, como aliados fundamentais. Dida que, por sinal, é o melhor jogador gremista na temporada 2013.

A bola na trave, a incompetência do ataque mineiro e a expulsão inconsequente do Souza cruzeirense provaram que o azar vestia azul escuro.

Mas o 3 a 1  não traduz novamente a realidade. Enquanto completo, o Cruzeiro ameaçou mais. Apesar dos gols, Kleber e Barcos ainda são insuficientes. Os volantes não foram bem: com o pequeno Ramiro em campo a primeira bola fica comprometida e a segunda é quase sempre do adversário. Além disso, cobriram mal as laterais quando o Grêmio já tinha superioridade numérica.

Enfim, Renato precisa compreender que a sorte nem sempre será uma companheira. O 3-5-2 quebra o galho, mas não deve ser supervalorizado. Se o G-4 faz parte do presente, é preciso melhorar bastante para que nos acompanhe no futuro.


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