Não bastasse o vazamento das notícias envolvendo o recíproco interesse entre o técnico Renato e o Fluminense e as últimas atitudes duvidosas de nosso presidente Paulo Odone, o político, envolvento os direitos de transmissão dos jogos do Grêmio, o futebol apresentado pelo time também apresenta uma decadência terrível e tem frustrado a maior parte da torcida.
O decepcionante empate contra o inexpressivo León, na última quinta feira só confirma as péssimas expectativas geradas no decorrer deste 2011. Jogo após jogo, não se vê evolução alguma. Pelo contrário: as dúvidas se tornaram certezas e determinados jogadores só comprovaram sua ineficiência. É como a frase feita do velho Barão de Itararé: de onde menos se espera, dali mesmo é que não sai nada! Aliado à isso, está a impotência de Renato em arrumar as soluções, até este momento, ocultas.
Vale lembrar...
...que Odone, o político, é o menos indicado para criticar Renato. Além da notória incompetência relacionada a diversos fatores, como o mico Ronaldinho, Vinícius Pacheco (que veio sem o Grêmio acertar-se com o Flamengo) e por último a precipitação na negociata com a Rede Globo, Odone, o político, não deu mão-de-obra decente ao treinador. O prometido volante nunca veio. Nem o lateral esquerdo, anunciado quando da saída de Fábio Santos. O mais grave, entretanto, é o substituto de Jonas. Onde está? Perder o melhor atacante do Brasil e não substituir à altura é pré-anúncio de problemas. Problemas que o presidente, político, não preveu.
ANO VI
sábado, 19 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Dois jogos, um sentimento
Analisando os dois últimos jogos do Grêmio, o primeiro deles a final da Taça Piratini e o segundo, contra o Cruzeirinho, apesar da diferença dos times utilizados pelo tricolor, geraram conclusões coincidentes.
A primeira delas, verificada contra o Caxias, é que o Grêmio não tem um time titular com qualidade suficiente para chegar ao título da Libertadores. Não é corneta, tampouco oportunismo: é um fato. Desde a saída de Jonas, o Grêmio não se alinhou. Além disso, o prometido substituto do ex-camisa 7, ainda não chegou. Outro fator determinante é a escancarada carência em algumas posições. A lateral esquerda, por exemplo, é ridícula.
A decepção contra o Cruzeirinho ficou por conta do plantel tricolor. Paupérrimo. Em poucos nota-se alguma utilidade. Já a base do Grêmio, nunca esteve tão pouco proveitosa.
O sentimento que percebo depois dessas duas partidas, apesar do título do primeiro turno é só um: preocupação.
Renato e o Fluminense
O namoro entre o Fluminense e o técnico Renato não me surpreende. As declarações dele para o pseudo-jornalista Kajuru falam por si. Renato, tratado como semi-Deus no Olímpico, não é tão diferente de tantos outros que já passaram por aqui. E prova que, apesar da idolatria que recebe, seu amor também tem um preço.
Vendido
O Grêmio vendeu os direitos de transmissão à Rede Globo. Foi o primeiro a fechar negócio com a empresa, selando o rompimento com o Clube dos 13. Apesar da melhora nos valores, a decisão foi claramente política. Desafeto de Fábio Koff há anos dentro do Olímpico, Odone - o político, fez questão de cutucar o centenário dirigente na entrevista no qual comunicou o acordo.
Ademais, Odone, o político, precipitou-se em ser o primeiro afiliado da Globo. Certamente os clubes que fizerem jogo duro com a emissora, até as vésperas do próximo ano, ganharão fatias melhores. Como as cotas agora são negociadas individualmente, nada melhor que barganhar.
Nesse episódio o presidente Odone, o político, com o perdão da redundância, mais uma vez foi político.
A primeira delas, verificada contra o Caxias, é que o Grêmio não tem um time titular com qualidade suficiente para chegar ao título da Libertadores. Não é corneta, tampouco oportunismo: é um fato. Desde a saída de Jonas, o Grêmio não se alinhou. Além disso, o prometido substituto do ex-camisa 7, ainda não chegou. Outro fator determinante é a escancarada carência em algumas posições. A lateral esquerda, por exemplo, é ridícula.
A decepção contra o Cruzeirinho ficou por conta do plantel tricolor. Paupérrimo. Em poucos nota-se alguma utilidade. Já a base do Grêmio, nunca esteve tão pouco proveitosa.
O sentimento que percebo depois dessas duas partidas, apesar do título do primeiro turno é só um: preocupação.
Renato e o Fluminense
O namoro entre o Fluminense e o técnico Renato não me surpreende. As declarações dele para o pseudo-jornalista Kajuru falam por si. Renato, tratado como semi-Deus no Olímpico, não é tão diferente de tantos outros que já passaram por aqui. E prova que, apesar da idolatria que recebe, seu amor também tem um preço.
Vendido
O Grêmio vendeu os direitos de transmissão à Rede Globo. Foi o primeiro a fechar negócio com a empresa, selando o rompimento com o Clube dos 13. Apesar da melhora nos valores, a decisão foi claramente política. Desafeto de Fábio Koff há anos dentro do Olímpico, Odone - o político, fez questão de cutucar o centenário dirigente na entrevista no qual comunicou o acordo.
Ademais, Odone, o político, precipitou-se em ser o primeiro afiliado da Globo. Certamente os clubes que fizerem jogo duro com a emissora, até as vésperas do próximo ano, ganharão fatias melhores. Como as cotas agora são negociadas individualmente, nada melhor que barganhar.
Nesse episódio o presidente Odone, o político, com o perdão da redundância, mais uma vez foi político.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
4 a 2 entre o caos aéreo
O ataque funcionou. O meio campo, entre trancos e barrancos, e ainda capenga de Lúcio, até criou alguma coisa. A defesa, bom, a defesa...
A defesa consegue preocupar mais do que a dupla de ataque Borges/ André Lima. Pelo menos os avantes funcionam em casa. Os defensores não se acertam nem perto da torcida.
A vitória apertada, com um pênalti que eu não marcaria, é mais lembrada pelas falhas defensivas do que pelos três gols de Borges.
Por quê?
Porque o Grêmio tem duas figuras comprometedoras em sua primeira linha. Paulão é limitadíssimo para um titular e Gilson é insistência burra de Renato.
A defesa consegue preocupar mais do que a dupla de ataque Borges/ André Lima. Pelo menos os avantes funcionam em casa. Os defensores não se acertam nem perto da torcida.A vitória apertada, com um pênalti que eu não marcaria, é mais lembrada pelas falhas defensivas do que pelos três gols de Borges.
Por quê?
Porque o Grêmio tem duas figuras comprometedoras em sua primeira linha. Paulão é limitadíssimo para um titular e Gilson é insistência burra de Renato.
Pergunta: Você imagina o pôster do Grêmio Campeão da América 2001 com Gilson e Paulão nele?
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Derrota na terra de Shakira
Foi jogando um futebol inconstante e limitado que o Grêmio conheceu a primeira derrota na L.A. 2011, em Barranquilla, diante do Júnior. Apesar do início promissor, com Borges marcando logo no início de jogo, o tricolor não suportou a pressão colombiana e acabou sofrendo a virada na terra de Shakira.
Azar à parte, tanto na jogadaça de Rodolfo quanto no pênalti não marcado, o Grêmio apresentou defeitos sérios, que tendem a comprometer o futuro gremista na competição, se não forem corrigidos.
Caos na esquerda
Observado por comentaristas burros, narradores cegos e até pelos torcedores mais toscos, o problema na lateral esquerda é um escândalo. Ataques sucessivos por aquele setor demonstravam que o time colombiano sabia das deficiências de Gilson, que não pode ser titular jamais.
Sem Lúcio, sem saída...
Lúcio jamais voltará à lateral esquerda. Sabe por quê? Porque sem ele o meio campo gremista desanda. Ainda mais porque o Grêmio só joga no "losango". Sem alternativa tática pela saída de Lúcio, Renato tentou, sem sucesso, manter o padrão com Adilson na esquerda e C. Alberto na direita.
Ataque lento
Borges e André Lima até funcionam juntos. Mas quando o Grêmio joga em casa ou em qualquer situação que mantenha posse de bola e pressione o adversário.
Jogando no contra-ataque a dupla sucumbe. Com muito pouco mobilidade, velocidade e senso de espaço, dão poucas opções nas jogadas mais rápidas. Sem um atacante de velocidade, o Grêmio não tem um desafogo quando é pressionado e facilmente perde a bola.
Azar à parte, tanto na jogadaça de Rodolfo quanto no pênalti não marcado, o Grêmio apresentou defeitos sérios, que tendem a comprometer o futuro gremista na competição, se não forem corrigidos.
Caos na esquerda
Observado por comentaristas burros, narradores cegos e até pelos torcedores mais toscos, o problema na lateral esquerda é um escândalo. Ataques sucessivos por aquele setor demonstravam que o time colombiano sabia das deficiências de Gilson, que não pode ser titular jamais.
Sem Lúcio, sem saída...
Lúcio jamais voltará à lateral esquerda. Sabe por quê? Porque sem ele o meio campo gremista desanda. Ainda mais porque o Grêmio só joga no "losango". Sem alternativa tática pela saída de Lúcio, Renato tentou, sem sucesso, manter o padrão com Adilson na esquerda e C. Alberto na direita.
Ataque lento
Borges e André Lima até funcionam juntos. Mas quando o Grêmio joga em casa ou em qualquer situação que mantenha posse de bola e pressione o adversário.
Jogando no contra-ataque a dupla sucumbe. Com muito pouco mobilidade, velocidade e senso de espaço, dão poucas opções nas jogadas mais rápidas. Sem um atacante de velocidade, o Grêmio não tem um desafogo quando é pressionado e facilmente perde a bola.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Grêmio 5 X 0 Ypiranga - Abre o olho Renato!
Confirmando as expectativas, o Grêmio classificou-se de maneira tranquila à semi-final do Campeonato Gaúcho de 2011.
Numa partida no qual teve absoluto controle, o Grêmio marcou logo no início com André Lima. O mesmo André Lima marcou o segundo, seguido por Douglas, Borges e Leandro, que encerraram o placar. 5 a 0 sobrando em campo, com destaques para a evolução de André Lima fora da função habitual - condição citada no post anterior - e outra grande atuação de Fábio Rochemback, ícone desta nova era tricolor.
Agora. o Grêmio deve preparar-se para enfrentar o forte Cruzeirinho, que eliminou nada mais nada menos que o terceiro melhor time do mundo. Abre o olho Renato!
Aconteceu de novo...
Triste fim de semana para os colorados. Solidários com a melancólica situação, nós gremistas deixamos postado um pequeno "joguinho", que serve de passatempo para a turma vermelha refrescar a cabeça até o jogo de quarta. Saudações tricolores.
Numa partida no qual teve absoluto controle, o Grêmio marcou logo no início com André Lima. O mesmo André Lima marcou o segundo, seguido por Douglas, Borges e Leandro, que encerraram o placar. 5 a 0 sobrando em campo, com destaques para a evolução de André Lima fora da função habitual - condição citada no post anterior - e outra grande atuação de Fábio Rochemback, ícone desta nova era tricolor.
Agora. o Grêmio deve preparar-se para enfrentar o forte Cruzeirinho, que eliminou nada mais nada menos que o terceiro melhor time do mundo. Abre o olho Renato!
Aconteceu de novo...
Triste fim de semana para os colorados. Solidários com a melancólica situação, nós gremistas deixamos postado um pequeno "joguinho", que serve de passatempo para a turma vermelha refrescar a cabeça até o jogo de quarta. Saudações tricolores.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Onze homens e dois sacrifícios
Toda conquista é feita de sacrifícios. Sacrifícios que nem sempre trazem alguma recompensa individual.
Na partida de ontem, no qual debutou na Libertadores da América 2011, o Grêmio contou com dois sacrifícios para derrotar por 3 a 0 o Oriente Petrolero.
Carlos Alberto desdobrou-se para dar liberdade a Douglas. Cumpriu função defensiva na medida do possível e das limitações que possui. Além da entrega na marcação, criou boas jogadas e driblou, inclusive, com o famoso "elástico". Algo que não se via no Olímpico desde os tempos do infeliz Ronaldinho.
Com este "sacrifício", Carlos Alberto cresceu no conceito da torcida, da imprensa, da direção e do treinador.
Na contramão está André Lima. Prejudicado pela entrada de Borges como centroavante centralizado, tem tido atuações quase nulas. Torcida e imprensa têm criticado suas atuações, esquecendo sua performance quando atuava ao lado de Jonas.
Confesso que prefiro André a Borges. O camisa 9 tem o giro rápido e a finalização melhor. André tem o cabeceio, a força física, a solidariedade com os companheiros e a entrega como virtudes, sendo, no meu ponto de vista, mais útil à equipe.
Entretanto, André Lima provavelmente será o próximo a deixar o time titular. Sacrificado pelo esquema, dificilmente responderá positivamente fora de sua posição de origem. Tem feito um sacrifício que, individualmente, lhe tem prejudicado.
Na partida de ontem, no qual debutou na Libertadores da América 2011, o Grêmio contou com dois sacrifícios para derrotar por 3 a 0 o Oriente Petrolero.
Carlos Alberto desdobrou-se para dar liberdade a Douglas. Cumpriu função defensiva na medida do possível e das limitações que possui. Além da entrega na marcação, criou boas jogadas e driblou, inclusive, com o famoso "elástico". Algo que não se via no Olímpico desde os tempos do infeliz Ronaldinho.
Com este "sacrifício", Carlos Alberto cresceu no conceito da torcida, da imprensa, da direção e do treinador.
Na contramão está André Lima. Prejudicado pela entrada de Borges como centroavante centralizado, tem tido atuações quase nulas. Torcida e imprensa têm criticado suas atuações, esquecendo sua performance quando atuava ao lado de Jonas.
Confesso que prefiro André a Borges. O camisa 9 tem o giro rápido e a finalização melhor. André tem o cabeceio, a força física, a solidariedade com os companheiros e a entrega como virtudes, sendo, no meu ponto de vista, mais útil à equipe.
Entretanto, André Lima provavelmente será o próximo a deixar o time titular. Sacrificado pelo esquema, dificilmente responderá positivamente fora de sua posição de origem. Tem feito um sacrifício que, individualmente, lhe tem prejudicado.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Novo Hamburgo 2 X 0 Grêmio
Que jornada terrível do Grêmio no domingo! Com desastrosas atuações de Paulão, Gilson e Lúcio! E o resto não ficou longe, com ligeira exceção a Carlos Alberto, que foi, ao menos, esforçado.
Outro fato preocupante é a escalação de André Lima com Borges no ataque. Os dois anularam-se. Muito ruim.
A torcida gremista, tensa, espera melhoras para quinta-feira.
Não gostei!
Mais um ano começa e novamente não gostei da coleção gremista para a temporada. A tricolor, apesar de algumas incoveniências, se salva. A azul não me agradou muito. Já a branca é simplesmente medonha.
Pior que o desenho, que agradou à maioria, é o corte da camiseta, notadamente larga e com mangas muito grandes.
Mesmo trocando o uniforme por uma marca de reputação inferior à antiga e entender que poderia influenciar mais na confecção dos uniformes, o Grêmio não evoluiu de maneira significativa.
Outro fato preocupante é a escalação de André Lima com Borges no ataque. Os dois anularam-se. Muito ruim.
A torcida gremista, tensa, espera melhoras para quinta-feira.
Não gostei!
Mais um ano começa e novamente não gostei da coleção gremista para a temporada. A tricolor, apesar de algumas incoveniências, se salva. A azul não me agradou muito. Já a branca é simplesmente medonha.
Pior que o desenho, que agradou à maioria, é o corte da camiseta, notadamente larga e com mangas muito grandes.
Mesmo trocando o uniforme por uma marca de reputação inferior à antiga e entender que poderia influenciar mais na confecção dos uniformes, o Grêmio não evoluiu de maneira significativa.
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