ANO VI

ANO VI

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

CELSO JUAREZ ROTH

O processo retrógrado do Grêmio continuou durante a semana e foi confirmada, para a felicidade de alguns e a tristeza de muitos, o retorno de CELSO JUAREZ ROTH ao comando técnico tricolor.
Coroando a administração exemplar de Odone - o político e dando início ao trabalho do competentíssimo Paulo Pelaipe, o diretor (bem) remunerado do Grêmio, chega ao Olímpico ninguém menos que CELSO JUAREZ ROTH.
CELSO JUAREZ ROTH não permitirá o descenso do Grêmio. E também é possível que arrume a casa. Mas é CELSO JUAREZ ROTH.
E como se sabe, onde está CELSO JUAREZ ROTH, está a soberba, a prepotência, a arrogância, o mal humor de um dos profissionais mais discutíveis dentro do futebol nacional. Além disso, onde anda CELSO JUAREZ ROTH, anda junto a corneta alheia (os gremistas que o digam!).
Mas é o que temos para o momento: CELSO JUAREZ ROTH..

Completa, inconsequente, irresponsável e absurda falta de convicção
Mais uma vez a fraca direção gremista mostra o quão é equivocada e irresponsável. Contratar o inexpressivo Julinho Camargo, no meio de um campeonato em que o time não está bem, e demití-lo pouco mais de um mês depois, é perder tempo e rasgar dinheiro. Seis rodadas se foram e o Grêmio aumentou sua terceira folha. Inexplicável!
Julinho, na circunstância de sua contratação, era o próprio fracasso. Apostas no meio de temporada, com time em crise, nunca deram certo. Tite (que iniciou com o Grêmio numa pré-temporada) e Mano Menezes (que jogava uma série B, sua especialidade) eram outras situações. Julinho pode ter sua competência e demonstrá-la em outro momento, mas no atual não tinha possibilidades.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O risco da "botafoguização" gremista

Atento às notícias esportivas na noite da última terça feira, leio no globoesporte.com que torcedores cruzeirenses protestaram em frente à sede administrativa do clube. Não contra o momento do time ou sua situação na tabela, mas contra a falta de ambição da direção do conhecido Zezé Perrella.
Dentro desse fato, chamou-me a atenção o termo usado por um torcedor, que dizia temer pela "botafoguização" do seu clube, ou seja, participar como coadjuvante das competições, com pouco risco de rebaixamento, muito menos de títulos. Assim como o Botafogo carioca.
Isso que o Cruzeiro vem de sucessivas participações em Libertadores - incluindo um vice-campeonato, e um "recente" título brasileiro - em 2003.
Entretanto, a acomodada torcida gremista parece fazer vista grossas à "botafoguização" do Grêmio. Enquando os cruzeirenses, há anos em situação superior à nossa, reclamam, nós gremistas aplaudimos derrotas. Nós que consideramos ser a melhor torcida deste país.
Diante de sucessivas direções que parecem ter feito curso de gestão no Botafogo, é hora de repensar alguns conceitos...                                    

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Um Grêmio perdido

O Grêmio (leia-se sua direção e seu futebol) parece totalmente perdido. A demissão do diretor Alexandre Faria 25 dias após sua admissão, escancara toda a falta de convicção da direção Odonista. A fuga do vice de futebol Antõnio Vicente antes de uma possível tragédia, também mostra que o mesmo nem confia em seu próprio trabalho, ou seja, não acredita no técnico, tampouco nos jogadores.
Já a volta de Pelaipe ao comando do futebol tricolor significa o retrocesso, o atraso, a decadência. Pelaipe saira do Grêmio em 2009 sob pressão e com sua competência questionada. Hoje volta como diretor remunerado. É como o funcionário, certa vez demitido por incompetência (e sem ganhar um centavo!), fosse readmitido dois anos depois ganhando uma fortuna! Só Odone - o político, entende.
E o Grêmio encontra-se a mercê da própria sorte, entregue a políticos do qual não se sabe a verdadeira intenção, muito menos onde levarão nosso time.

domingo, 31 de julho de 2011

Ladeira abaixo!

Segure-se quem puder! O Grêmio está em queda livre no Brasileiro e parece que só vai parar de cair quando finalmente alcançar a zona de rebaixamento.
Contra o pequeno América Mineiro, quarta passada, o time foi o retrato da incompetência, da desorganização e da desmobilização. Fica claro que o problema não está somente dentro das quatro linhas. Parece TUDO errado.
Ontem contra o Flamengo, pouca evolução. Os 30 dias de Julinho no cargo se revelam completamente improdutivos. Outra falha da zaga e um erro absurdo de Victor decretaram a vitória carioca. E Ronaldinho Gaúcho mas uma vez foi superior ao Grêmio, e mostra que o tricolor não é ão imortal assim.
Neste momento, a direção gremista consegue atingir seu objetivo, e coloca o Grêmio em iminente risco de rebaixamento.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sem futuro

Mais uma preocupante apresentação do time do Grêmio, desta vez em Florianópolis, contra o modesto Figueirense. Pior que o resultado, um empate que não agrega praticamente nada na classificação, foi atuação de nível abaixo da mediocridade, que pouca esperança traz à sofrida torcida tricolor.
Mesmo com novo treinador, a condição técnica do Grêmio segue imutável. O ataque faz pouco, Douglas continua nulo e a defesa do Grêmio não inspira qualquer confiança. E tão triste quando ver o Grêmio estacionar no campeonato é escutar as besteiras do treinador e da direção no pós-jogo. Dizem que a defesa está mais sólida, mas esquecem que nas últimas duas partidas o time foi bombardeado pelos adversários, sendo salvo por seguidos milagres do goleiro reserva Marcelo.
Se nada mudar, não há futuro para o Grêmio no campeonato.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Normal

Normal a derrota para o Cruzeiro em Minas. Já é de praxe. Anormal é a repetição incansável dos mesmos erros que assolam o Grêmio desde o início da temporada. Defesa mal posicionada e desatenta, meio campo nulo e ataque sem força, são problemas escancarados nesse time que já começa a preocupar.
A jovem defesa, outrora promissora, dá sinais de problemas que custam a sanar. Tecnicamente, são bons nomes. Entretanto, inúmeras vezes dorme no ponto e, por sonolência, leva gols bobos. prova disso é o primeiro gol mineiro ontem, em falhas de Neuton e Mário, sucessivamente.
Quem viu Marquinhos e Escudero ontem sentiu saudades de Douglas. Marquinhos foi um a menos em campo.
O ataque, se não teve uma atuação de gala, foi o menos culpado. Leandro correu bastante e sofreu com as faltas cruzeirenses. André Lima nem participou do jogo porque a bola não chegou a ele.
Julinho Camargo terá trabalho.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O fim de uma era

Chegou ao fim, na última quinta-feira, o fim da era Renato Gaúcho como treinador do Grêmio.
Entre altos e baixos, o salto foi bom. E Renato parece sair do Grêmio com uma idolatria maior ainda daquela anterior ao retorno como técnico. Na queda de braço com o gordo político que manda no tricolor, Renato perdeu o emprego. Entretanto, ganhou a torcida.
Imparcialmente falando, Renato já não tinha mais o desempenho - nem a motivação - do ano passado. Perdeu-se entre a convicção em seu 4-1-2-1-2 (ou 4-4-2 em losango) e sua insistência com alguns atletas. Os resultados já não vinham. Pesou, mais ainda que a eliminação na Libertadores, a derrota no Gauchão para o Inter.
E ainda mais definitivo que os resultados foi a falta de sintonia com a direção. Frequentemente confrontando com o discurso Odonista, a queda de Renato já era uma questão de tempo. Resta saber se o pedido de demissão do treinador foi um combinado de vestiário (para que tanto o treinador, quanto a direção não se indispusessem com a torcida) ou um "pulo-de-gato" de Portaluppi, que ao sentir a proximidade da demissão, pediu o boné antes!
De qualquer forma, Renato saiu por cima. E deixou as portas abertas para um retorno.
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