A novela Maxi Lopez finalmente acabou. O argentino vestirá a camisa tricolor no ano de 2009. Status ele tem, jogou em grandes equipes, inclusive no Barcelona. Se fará sucesso ou não, é outra discussão. ANO VI
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Bueno, pero no mucho
A novela Maxi Lopez finalmente acabou. O argentino vestirá a camisa tricolor no ano de 2009. Status ele tem, jogou em grandes equipes, inclusive no Barcelona. Se fará sucesso ou não, é outra discussão. terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Um dia de fúria
Onde Celso Roth errou?
Errou na escolha do sistema tático para a partida, colocando apenas um atacante, sob a alegação de um resultado anterior convincente (5 a 1), porém, contra um time fraco (Novo Hamburgo), o que não é parâmetro algum. Errou ao retirar do time o atacante Jonas, principal figura ofensiva do Grêmio neste início de temporada.
O jogo
Não dá pra aceitar a idéia que o Grêmio dominou amplamente a partida. O Grêmio realmente jogou bem, dominou o meio campo e, consequentemente, teve a posse de bola. Entretanto, volume de jogo não se traduz em chances de gol. O Inter também teve as suas, muito claras por sinal. Para nossa sorte, pararam nas mãos do irrepreensível Victor.
A arbitragem
O auxiliar falhou bisonhamente ao marcar impedimento absurdo de Jonas quando este marcou o segundo gol. Mas as reclamações gremistas já estão ficando repetitivas, virando uma rotina e tornando-se desculpas para um trabalho aparentemente mal feito - pelo menos em Grenais.
O lado bom
De bom fica o competente trabalho do meio campo gremista, que se sobresaiu diante da excelente meia cancha colorada. Souza, Victor e Jonas foram bons destaques.
O lado ruim
Definitivamente, Willian Magrão não repete a performance do ano anterior. Já havia falhado no jogo contra o Novo Hamburgo e domingo fez até gol contra. Léo continua seu declínio constante.
Adílson me frustra cada vez que entra. No Grenal, foi o principal responsável pelo segundo gol do Inter ao não cometer falta em Nilmar enquando a bola estava com Taison. Seria expulso? Lógico que seria. Levaria vermelho porque cinco minutos antes levara um cartão amarelo bobo ao dar um carrinho no campo de ataque. Por estar pendurado, abdicou da idéia de cometer falta em Nilmar e acabar fora do jogo.
Novidades
Enquanto se falam em Maxis Lopez e Renatos da vida, o Grêmio vai esquecendo o que deveria ser a prioridade: um volante afirmado e experiente para a Libertadores. Émerson, ex-Milan, é o nome. A direção faz vistas grossas apesar dos apelos e juras de amor do próprio jogador.
Enfim, peço perdão pelo excesso de ira. Porém, considero justificável.
Ontem Felipão foi demitido do Chelsea. Uma das alegações foi o desempenho pífios nos clássicos. Foram sete meses e nenhuma vitória. No Grêmio, Roth já está há um ano e não conhece vitória em Grenal. Cinco jogos e nada. É duro.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Cadê o grupo?
Uma das piores partidas do Grêmio em seus quase 106 anos de história. Esta é a impressão que ficou depois do jogo de ontem, contra o Veranópolis. Uma jornada terrível, merecedora de esquecimento, mas que deixa marcas e serve para algumas conclusões.
Celso Roth esqueceu que a partida de ontem valia os mesmos três pontos que valem o Grenal de domingo. Escalou o time todo reserva quando deveria optar por uma escalação pelo menos mista, que pudesse auxiliar o time na busca pela vitória e na afirmação de alguns jogadores como Jonas, por exemplo.
O Grêmio não tem o grupo tão forte quanto dizem os dirigentes. Com exceção de Héverton, os zagueiros pareceram fracos. Não há reservas para a lateral direita. Os volantes marcam mal e Adilson, infelizmente, nunca jogará a metade do que Lucas jogou. Serve para o grupo, mas acho que nunca fará sucesso. Os meias de criação, Tcheco e Souza, não tem substitutos que façam 10% do que eles produzem. Orteman deslocado para a terceira função é perda de tempo. E Roth ainda diz que Douglas Costa não tem inscrição garantida na Libertadores... Tá de brincadeira!
De bom somente a participação de Roberson, que deu mais movimentação no início do segundo tempo e a confirmação de Jonas como um atacante que será muito útil durante o ano. Fez em 15 minutos mais que todos os outros em 90. Fizeram bem Roth e a direção em mantê-lo em 2009.
Em tempo: o árbitro anulou erradamente o gol gremista. Porém, no lance anterior, o Grêmio negou-se a jogar a bola para fora enquanto um jogador do VEC estava caído. A sequência do lance gerou o gol gremista. Portanto, se o “fair play” fosse respeitado pelo Grêmio, não sairia a jogada do gol.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Novo Hamburgo 1 X 5 Grêmio
Vale destacar os bons inícios de ano de Tcheco e Souza, assim como a entrada de Jadílson no último jogo. Muitíssimo agudo. Se Roth queria um ala, agora tem. E nada melhor que um ala ofensivo quando se joga com 3 zagueiros.
Euforia à parte, vale lembrar do início fulminante do Grêmio no Gauchão do ano passado. Goleadas seguidas, invencibilidade e, de uma hora para outra, eliminados da final. Então, durante a primeira fase do Campeonato Gaúcho, qualquer conclusão é precipitada.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Impressões, incertezas e contratações
- A ala direita funciona bem. Rui aparece muito no jogo e tem uma jogada diagonal muito boa. Vamos esperar adversários mais fortes para uma avaliação precisa.
- Alex Mineiro tem saído muito da área e, por consequência, finalizado pouco. Em contrapartida, tem armado bastante jogadas e participado muito dos jogos.
- Jonas é, sem dúvidas, o melhor parceiro para Alex Mineiro que o Grêmio tem hoje. Participativo, rápido e habilidoso, Roth acertou em dar-lhe uma oportunidade.
- Não sei se Tcheco na segunda função do meio campo vingará. Ele até cumpre sua missão, é um grande marcador e experiente para assimilar o que lhe é proposto. Porém, é quase um crime afastar do gol o jogador que deu mais assistências e responsável por inúmeros gols importantes nos últimos três anos.
- Rafael Marques é um grande zagueiro. Pode ser cedo para falar, mas a impressão que se tem é essa. Técnico e rápido, sempre dá opção pela esquerda, fazendo o esquema de três zagueiros funcionar, à primeira vista, melhor que no ano passado.
As contratações
Fico feliz quando o Grêmio pensa grande. Máxi López é um grande nome e seria um "contraponto" à contratação de D'Alessandro pelo rival. Mas ele disputaria posição com Alex Mineiro, já que é um centroavante de presença física, de área. O currículo é forte. Esperamos que o futebol também!
Já Herrera conquistou grande parte da torcida tricolor quando passou por aqui, em 2006. Seu estilo raçudo e rápido compensava sua falta de pontaria.
Pois Herrera evoluiu bastante, ganhou sequência no Corinthians e teve um grande ano pela equipe paulista. Na segundona, diga-se de passagem.
Sempre torci pela volta de Herrera. Mas agora, na iminência do seu retorno, penso: seria Herrera melhor que Jonas?
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
O homem que queria ser gremista
elo Botafogo, Atlético-MG e Vasco da Gama antes de voltar ao estado para defender o Pelotas. Mas foi no Criciúma que começou a ganhar destaque no cenário nacional. Foi então para o Goiás. Depois de mais uma boa temporada, chamou a atenção do Palmeiras. Contratado pelo time paulista, era o destaque da equipe quando, por atrasos no pagamento, rescindiu seu contrato.Naquela ocasião, já expôs o desejo de atuar no Grêmio. Com a negociação bem encaminhada, só não vestiu a camiseta tricolor porque foi vetado pelo então técnico Mano Menezes.
Paulo Baier continuou longe do Olímpico mas perto do bom futebol. Foi o ícone do mediano Goiás nas duas temporadas seguintes.
Ao final de 2008, com o fim do contrato com o clube goiano, novamente Baier se ofereceu para defender seu time do coração. Desta vez por motivos desconhecidos, novamente não veio. Acabou no Sport do Recife, sendo apresentado aos pernambucanos como a grande contratação do ano e o referencial técnico para a disputa da Libertadores da América.
Seria um erro afirmar que Paulo Baier não desembarcou em Porto Alegre por fatores financeiros, porque o Sport está longe de ser um clube com grandes poderes econômicos. Por questões técnicas também seria difícil acreditar, já que o jogador dispensa apresentações. Mesmo com meias como Tcheco e Souza, Paulo Baier seria, na pior das hipóteses, um reserva de luxo.
Registra-se então uma ponta de frustração de parte da torcida que gostaria de ver Paulo Baier vestindo a camisa do Grêmio. Já que às vezes se faz tantas apostas, por que não contratar um jogador já afirmado que não sairia muito caro? E também é estranho eventualmente ver a direção se curvando diante de exigências absurdas de jogadores sem expressão alguma e não trazer alguém claramente identificado com o Grêmio e, principalmente, com muito bom futebol.
Enfim, boa sorte Paulo Baier!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
O grande imortal de 2008
- Entrou no Grêmio sem explicação coerente: Até hoje não se sabe porque Mancini saiu e porque logo Celso Roth assumiu. Odiado pela torcida, seria o último numa numa lista com um mínimo de sensatez. Mas, aqui estava Roth...

- Eliminação no Gauchão: Depois de uma campanha irrepreensível, o Grêmio venceu o Juventude em Caxias do Sul no primeiro jogo das quartas de final do Campeonato Gaúcho. No Olímpico, fez o que parecia impossível: perdeu a partida e a classificação de forma melancólica. Celso Roth, embora numa jornada atrapalhadíssima, continuou.
- Eliminação na Copa do Brasil: Três dias depois, o Grêmio volta a campo precisando vencer o glorioso Atlético Goianense para seguir na Copa do Brasil. Venceu apertado, acabou levando a decisão para os pênaltis, onde terminou derrotado. Aos gritos de "fora Roth", ele sobreviveu.
- Vida ou morte contra o São Paulo: A permanência de Roth passava por uma vitória frente ao campeão São Paulo no Morumbi, na estréia no Brasileirão. Muito improvável. Mas a "imortalidade" que o Grêmio emprestou a Roth lhe rendeu uma sobrevida no campeonato com uma vitória de 1 a 0 sobre o tricolor de São Paulo.
- Campanha pífia no segundo turno do Brasileirão: Passados quatro meses, Roth liderava com folga o Brasileirão e via as críticas, aos poucos, cessando. Mas a campanha ruim no segundo turno, aliada à convicções inexplicaveis, fez com que o Grêmio perdesse a liderança para um time na qual teve 11 pontos de vantagem. Novamente criticado pela imprensa e torcida, Roth seguiu prestigiado pela direção.
- Perda de título = renovação de contrato e aumento de salário: Isso não é pra qualquer um. Celso Roth terminou o ano como começou: em grande fase. Mesmo perdendo o título, renovou para disputar a Libertadores e teve um bom aumento de salário. Nada mal!