elo Botafogo, Atlético-MG e Vasco da Gama antes de voltar ao estado para defender o Pelotas. Mas foi no Criciúma que começou a ganhar destaque no cenário nacional. Foi então para o Goiás. Depois de mais uma boa temporada, chamou a atenção do Palmeiras. Contratado pelo time paulista, era o destaque da equipe quando, por atrasos no pagamento, rescindiu seu contrato.Naquela ocasião, já expôs o desejo de atuar no Grêmio. Com a negociação bem encaminhada, só não vestiu a camiseta tricolor porque foi vetado pelo então técnico Mano Menezes.
Paulo Baier continuou longe do Olímpico mas perto do bom futebol. Foi o ícone do mediano Goiás nas duas temporadas seguintes.
Ao final de 2008, com o fim do contrato com o clube goiano, novamente Baier se ofereceu para defender seu time do coração. Desta vez por motivos desconhecidos, novamente não veio. Acabou no Sport do Recife, sendo apresentado aos pernambucanos como a grande contratação do ano e o referencial técnico para a disputa da Libertadores da América.
Seria um erro afirmar que Paulo Baier não desembarcou em Porto Alegre por fatores financeiros, porque o Sport está longe de ser um clube com grandes poderes econômicos. Por questões técnicas também seria difícil acreditar, já que o jogador dispensa apresentações. Mesmo com meias como Tcheco e Souza, Paulo Baier seria, na pior das hipóteses, um reserva de luxo.
Registra-se então uma ponta de frustração de parte da torcida que gostaria de ver Paulo Baier vestindo a camisa do Grêmio. Já que às vezes se faz tantas apostas, por que não contratar um jogador já afirmado que não sairia muito caro? E também é estranho eventualmente ver a direção se curvando diante de exigências absurdas de jogadores sem expressão alguma e não trazer alguém claramente identificado com o Grêmio e, principalmente, com muito bom futebol.
Enfim, boa sorte Paulo Baier!


homenagear a passagem do 25º aniversário da conquista do Mundial de Clubes, em 1983. Fui assistir a partida na íntegra somente mais de 20 anos depois da conquista, em DVD. Pude conferir a raça de De León, a técnica apuradíssima de Mário Sérgio (que naquela época já dava passe para um lado virando o rosto para o outro!) e o vigor e força de Renato, superando o forte Hamburgo, base da seleção alemã da época.




o quando clamei por sua demissão, agora tenho que retificar meu antigo pensamento:
altando apenas uma rodada. Porém, na última e derradeira etapa da competição, enquanto a Lazio enfrentaria o Reggina, a poderosa Juve pegaria o fraco Perugia, que escapara do descenso apenas na rodada anterior. Advinhem o que aconteceu: a Lazio venceu fácil por 3 a 0 e a Juventus perdeu para o Perugia pelo placar de 1 a 0, entregando o "