homenagear a passagem do 25º aniversário da conquista do Mundial de Clubes, em 1983. Fui assistir a partida na íntegra somente mais de 20 anos depois da conquista, em DVD. Pude conferir a raça de De León, a técnica apuradíssima de Mário Sérgio (que naquela época já dava passe para um lado virando o rosto para o outro!) e o vigor e força de Renato, superando o forte Hamburgo, base da seleção alemã da época.ANO VI
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Grêmio: 25 anos da conquista no Japão
homenagear a passagem do 25º aniversário da conquista do Mundial de Clubes, em 1983. Fui assistir a partida na íntegra somente mais de 20 anos depois da conquista, em DVD. Pude conferir a raça de De León, a técnica apuradíssima de Mário Sérgio (que naquela época já dava passe para um lado virando o rosto para o outro!) e o vigor e força de Renato, superando o forte Hamburgo, base da seleção alemã da época.terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Final de campeoato (in)feliz!
A tarefa mais fácil foi cumprida. A vitória sobre o time mineiro não foi fácil, mas foi suficiente para terminar o ano em grande estilo, mas com um certo gosto de "quero mais".
O Grêmi
oComo foi comentado em posts anteriores, o Grêmio foi além do que qualquer gremista lúcido poderia prever. O que decepciona e frustra um pouco são os 11 pontos que o tricolor tinha sobre o São Paulo. É uma pontuação considerável que em hipótese alguma deveria ser perdida.
O São Paulo

Um título merecido pela competência de todos os profissionais. O time paulista tem um elenco superior ao Grêmio, além de um técnico infinitamente melhor. E jogava sem qualquer pressão de título, visto que vinha de um bi-campeonato. Um time que fica 18 jogos invicto e perde apenas um jogo em um turno completo, merece ser campeão.
Torc
idaA torcida do Grêmio não empolga mais. Ela emociona. Ela faz chorar. É incrível a impressão dos jogadores com ela. Alguns, como o zagueiro Jean, já estavam emocionados antes da partida começar. No final do jogo, fez bonito novamente.
Triste é ver premiada na festa do Brasileirão a torcida do Corinthians. Torcida que a dois anos quebrou tudo no Pacaembu depois da eliminação para o River Plate na Libertadores.
Roth e a dívida

Roth considera paga a dívida com a torcida pelas eliminações na Copa do Brasil e Gauchão. Não vejo dessa forma. O Grêmio precisa urgentemente de títulos. Não de Gauchões ou de Séries B, mas grandes títulos. Já são 8 anos sem nenhum. Também não compartilho da opinião de Roth, de alguns dirigentes e até de alguns torcedores que desvalorizam a conquista da Sul-Americana pelo Internacional. É um belo título. Claro que foi consequência da eliminação colorada da briga pelas vagas para Libertadores, mas desvalorizá-la é mostrar-se pequeno. O Grêmio deve preocupar-se com si mesmo.
Libertadores 2009
O Grêmio deve concentrar-se em fazer um time forte, capaz de brigar pelo título. Mas não uma aposta como em 2007, quando foi à final levado pela torcida e pela "imortalidade".
Parabéns!

E parabéns a Tcheco e Victor, vencedores da Bola de Prata e Craque do Brasileirão, respectivamente, em suas posições.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
As cores são as mesmas. O destino, tomara!
o quando clamei por sua demissão, agora tenho que retificar meu antigo pensamento: talvez o sonho ainda não tenha acabado! O título ainda é improvável, porém possível.
altando apenas uma rodada. Porém, na última e derradeira etapa da competição, enquanto a Lazio enfrentaria o Reggina, a poderosa Juve pegaria o fraco Perugia, que escapara do descenso apenas na rodada anterior. Advinhem o que aconteceu: a Lazio venceu fácil por 3 a 0 e a Juventus perdeu para o Perugia pelo placar de 1 a 0, entregando o "scudeto" para a equipe de Nesta, Simeone, Nedved, Marcelo Salas e cia.segunda-feira, 24 de novembro de 2008
O fim do sonho

O que se viu em seguida foi um Grêmio perdido e sem reação, se afundando abraçado a jogadores como Marcel, André Luís e Paulo Sérgio. Muito pouco para quem queria o título...
Analisando com a emoção
O Grêmio foi o primeiro time da era dos pontos corridos a vencer o primeiro turno e perder o campeonato. Teve “só” 11 pontos de vantagem sobre o São Paulo e hoje está 5 atrás. Era o campeonato mais certo da história. Mas o que o Grêmio conseguiu fazer foi entregá-lo de mão beijada ao time do Morumbi. O que há um mês foi postado neste blog se confirmou, o histórico pífio de Celso Roth em momentos decisivos foi superior à história gremistas e, desta vez, o Grêmio sucumbiu no final.
No caso específico de ontem, um jogador foi decisivo no resultado, além do inconseqüente Amaral: Rafael Carioca. Ele participou diretamente do resultado ao não marcar um gol sem goleiro no primeiro tempo e depois deu um gol ao time baiano, em outra jogada varzeana.
Enfim, jogadores como Marcel, André Luís, Amaral, Paulo Sérgio e Helder, só para citar os que estavam em campo ontem, não devem continuar no Grêmio em hipótese alguma.
Analisando com a razão
Para os que, assim como esse blogueiro, pouco acreditavam no Grêmio no início do campeonato, uma vaga à Libertadores fica de bom tamanho. Acreditar em título num time com Marcel, André Luís, Amaral, Paulo Sérgio, Anderson Pico, Helder, entre outros, é muita pretensão. Ainda mais sob o comando de Celso Roth.
O título do São Paulo será mais do que merecido. O time paulista foi o mais regular e organizado, além de possuir o melhor treinador do país para campeonatos de pontos corridos. Infelizmente, para nós gremistas, a sorte tem premiado somente os competentes.
Assim como em 2007, neste ano a imortalidade tricolor conduziu-o novamente ao seu limite. Infelizmente, o vice-campeonato é o máximo que o time do Grêmio atingirá este ano, porque nem sempre raça e vontade são suficientes para superar adversários melhor qualificados e estruturados.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
A caçada continua

Mais três pontos importantes foram garantidos no último domingo contra o Coritiba. A caminhada em busca do tri continua e a esperança gremista diante de um tropeço do São Paulo parece interminável.
O jogo em si, mais uma vez, não foi lá essas coisa. Muito longe das melhores atuações tricolores na temporada. Mas a fragilidade e a desmotivação paranaense foram decisivos. Apesar da pouca inspiração do Grêmio, o Coxa muito pouco ameaçou.
Fator Tcheco
Ao lado de Borges, do São Paulo, Tcheco é, talvez, o jogador mais importante desta reta final do Brasileiro. Tcheco transpira Grêmio. Compensa todas suas limitações com extrema vontade e aplicação. Assim é e sempre foi o Grêmio. Os mais radicais e colorados dirão que Tcheco teve apenas sorte nos últimos jogos... Na realidade a sorte, como sabemos, premia na maioria das vezes os competentes e merecedores de sua graça. Neste caso, a sorte foi muito justa!
Vasco da Gama X São Paulo
Possivelmente a partida mais difícil dos paulistas até o final do campeonato. Será uma guerra em São Januário, pela iminência de queda dos cariocas. Um empate está de bom tamanho.
Partida a partida como Grêmio se mantém na cola do São Paulo. Firme em busca d
o título, é bom lembrar de um conhecido ditado gaudério: Não tá morto quem peleia tchê!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Imortal - O retorno

Como a palavra "chororô" anda em moda, o "chororô" da torcida gremista adiantou muito e o Grêmio fez a partida "épica" sonhada por Roth.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Se a gangorra não virar...
... o Grêmio se mantinha como o principal favorito ao título brasileiro. Tinha a vaga à Taça Libertadores garantida.
O time estava consolidado no 3-5-2. O ataque era um dos melhores do brasileiro e, até com Marcel, rendia bem. A zaga não era intransponível como a do primeiro turno, mas ainda gerava confiança.
Resumindo: o Grêmio seguia firme na luta pelo título com status de favorito. Todos os jogadores tinham créditos com torcida e até Roth já começava a cair nas graças dos gremistas.
Já o co-irmão vermelho vinha se afundando cada vez mais no brasileiro. Dava como encerrada suas ambições de chegar ao G-4. Tite era muito criticado por toda torcida e por parte da cúpula colorada. As atenções já se voltavam para as remotas chances de conquistar o último título possível na temporada: a Copa Sul Americana.
... e hoje
... às vésperas do jogo contra o Palmeiras, o Grêmio já é terceiro no Brasileiro e tem até a vaga à Libertadores ameçada. Roth é o vilão da vez e os jogadores já ouvem vaias no Olímpico.
Perdeu a liderança para o São Paulo, que já esteve 11 pontos atrás do tricolor.
Já não se sabe mais quem são os titulares, nem ao certo o esquema tático.
Joga sob pressão da torcida e acuado pela mídia. Claramente, apresenta declínio técnico, físico e psicológico.
Em contrapartida o Internacional vem de uma vitória sobre o Boca Juniors que os próprios dirigentes colorados classificaram como "épica". Exagero ou não, o fato é que o Inter está nas semifinais da Sul Americana e na eminência da conquista de mais um título internacional.
O colorado, antes crucificado, agora é o "queridinho" da imprensa.
Raciocínios como este demonstram o dinamismo no qual o futebol se desenrola. Duas ou três semanas foram suficientes para a gangorra virar e o torcedor, muitas vezes manipulado pela mídia, modificar um sentimento de alegria e euforia por uma sensação de ira e indignação.
Hoje é dia 7 de novembro. Talvez daqui a exatamente um mês tudo esteja diferente. Talvez o sentimento de frustração que domina neste momento os corações tricolores seja substituído por uma euforia sem tamanho, uma felicidade de campeão, a alegria do título. Talvez...